Professor Tiago Lyra:
Licenciado em Português/Inglês pela Universidade Metropolitana de Santos/SP, professor há mais de 8 anos em cursos presenciais para concursos no Estado do Rio de Janeiro, Ex. AL Oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é servidor Público do RIOPREVIDÊNCIA (Fundo Único de Previdência Social do estado do Rio de Janeiro).
Conhecido pelos seus alunos em todo o Brasil por meio do BIZU DO LYRA que indica sempre uma dica importante para as provas de Língua Portuguesa das principais Bancas do país.Bacharelando em Direito na UCAM


CONCURSO NÃO SE FAZ PARA PASSAR, MAS ATÉ PASSAR!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AULA DE ONTEM PCERJ (POLICIA CIVIL)

MODO INDICATIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO. Formado do PRESENTE DO INDICATIVO do verbo ter com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenho cantado 
tens cantado 
tem cantado 
temos cantado 
tendes cantado 
têm cantado 
tenho vendido 
tens vendido 
tem vendido 
temos vendido 
tendes vendido 
têm vendido
tenho partido 
tens partido 
tem partido 
temos partido 
tendes partido 
têm partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO. Formado do IMPERFEITO DO INDICATIVO do verbo ter. (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tinha cantado 
tinhas cantado 
tinha cantado 
tínhamos cantado 
tínheis cantado 
tinham cantado
tinha vendido 
tinhas vendido 
tinha vendido 
tínhamos vendido 
tínheis vendido 
tinham vendido
tinha partido 
tinhas .partido 
tinha partido 
tínhamos partido 
tínheis partido 
tinham partido
3) FUTURO DO PRESENTE COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRESENTE SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
terei cantado 
terás cantado 
terá cantado 
teremos cantado
tereis cantado 
terão cantado
terei vendido 
terás vendido 
terá vendido 
teremos vendido 
tereis vendido 
terão vendido
terei partido 
terás, partido 
terá partido 
teremos partido 
tereis , partido 
terão partido
4) FUTURO DO PRETÉRITO COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRETÉRITO SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
teria cantado 
terias cantado 
teria cantado 
teríamos cantado 
teríeis cantado 
teriam cantado
teria vendido 
terias vendido 
teria vendido 
teríamos vendido 
teríeis vendido 
teriam vendido
teria partido 
terias partido 
teria partido 
teríamos partido 
teríeis partido 
teriam partido
MODO SUBJUNTIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO. Formado do PRESENTE DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenha cantado 
tenhas cantado 
tenha cantado 
tenhamos cantado 
tenhais cantado 
tenham cantado
tenha vendido 
tenhas vendido 
tenha vendido 
tenhamos vendido 
tenhais vendido 
vendido
tenha 
tenhas partido 
tenha partido 
tenhamos partido 
tenhais partido 
tenham partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO. Formado do IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tivesse cantado 
tivesses cantado 
tivesse cantado 
tivéssemos cantado 
tivésseis cantado 
tivessem cantado
tivesse vendido 
tivesses vendido 
tivesse vendido 
tivéssemos vendido 
tivésseis vendido 
tivessem vendido
tivesse partido 
tivesses partido 
tivesse partido 
tivéssemos partido 
tivésseis partido 
tivessem partido
3) FUTURO COMPOSTO. Formado do FUTURO SIMPLES DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tiver cantado 
tiveres cantado 
tiver cantado 
tivermos cantado 
tiverdes cantado 
tiverem cantado
tiver vendido 
tiveres vendido 
tiver vendido 
tivermos vendido 
tiverdes vendido 
tiverem vendido
tiver partido 
tiveres partido 
tiver partido 
tivermos partido 
tiverdes partido 
tiverem partido
FORMAS NOMINAIS
1) INFINITIVO IMPESSOAL COMPOSTO (PRETÉRITO IMPESSOAL). Formado do INFINITIVO IMPESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado 
ter vendido
ter partido
2) INFINITIVO PESSOAL COMPOSTO (OU PRETÉRITO PESSOAL). Formado do INFINITIVO PESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado 
teres cantado 
ter cantado 
termos cantado 
terdes cantado 
terem cantado
ter vendido 
teres vendido 
ter vendido 
termos vendido 
terdes vendido 
terem vendido
ter partido 
teres partido 
ter partido 
termos partido 
terdes partido 
terem partido
3) GERÚNDIO COMPOSTO (PRETÉRITO). Formado do GERÚNDIO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tendo cantado
tendo vendido
tendo partido

Verbo ver
Indicativo
presente: vejo, vês, vê, vemos, vedes, veem.
pretérito perfeito: vi, viste, viu, vimos, vistes, viram.
pretérito imperfeito: via, vias, via, víamos, víeis, viam.
pretérito mais que perfeito: vira, viras, vira, víramos, víreis, viram.
futuro do presente: verei, verás, verá, veremos, vereis, verão.
futuro do pretérito: veria, verias, veria, veríamos, veríeis, veriam.
Subjuntivo
presente: que eu veja, vejas, veja, vejamos, vejais, vejam.
pretérito imperfeito: se eu visse, visses, visse, víssemos, vísseis, vissem.
futuro: quando eu vir, vires, vir, virmos, virdes, virem.
Imperativo
afirmativo: vê tu, veja ele, vejamos nós, vede vós, vejam eles.
negativo: não vejas tu, não veja ele, não vejamos nós, não vejais vós, não vejam eles.
Formas nominais
infinitivo impessoal: ver
infinitivo pessoal: ver, veres, ver, vermos, verdes, verem.
gerúndio: vendo
particípio: visto




Verbo vir
Indicativo
presente: venho, vens, vem, vimos, vindes, vêm.
pretérito perfeito: vim, vieste, veio, viemos, viestes, vieram.
pretérito imperfeito: vinha, vinhas, vinha, vínhamos, vínheis, vinham.
pretérito mais que perfeito: viera, vieras, viera, viéramos, viéreis, vieram.
futuro do presente: virei, virás, virá, viremos, vireis, virão.
futuro do pretérito: viria, virias, viria, viríamos, viríeis, viriam.
Subjuntivo
presente: que eu venha, venhas, venha, venhamos, venhais, venham.
pretérito imperfeito: se eu viesse, viesses, viesse, viéssemos, viésseis, viessem.
futuro: vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem.
Imperativo
afirmativo: vem tu, venha ele, venhamos nós, vinde vós, venham eles.
negativo: não venhas tu, não venha ele, não venhamos nós, não venhais vós, não venham eles.
Formas nominais
Infinitivo impessoal: vir
Infinitivo pessoal: vir, vires, vir, virmos, virdes, virem.
gerúndio: vindo
particípio: vindo


Verbos derivados de ter, pôr, vir e ver
Os verbos derivados de ter, pôr, vir e ver são dos mais cobrados em exames vestibulares em virtude da dificuldade que a população sente ao conjugá-los. Inúmeros cidadãos brasileiros ilustres cometem deslizes principalmente na conjugação do futuro do subjuntivo desses verbos, em razão da semelhança que esse tempo tem com o infinitivo. Ocorre que a maioria dos verbos tem o futuro do subjuntivo e o infinitivo iguais. Veja:
Era para eu estudar ontem.
Quando eu estudar, aprenderei.
A primeira frase apresenta o verbo estudar no infinitivo; a segunda, no futuro do subjuntivo.
Alguns verbos irregulares e outros anômalos, porém, têm a conjugação do futuro do subjuntivo diferente da do infinitivo. É o que ocorre com os quatro verbos apresentados nesta coluna. Veja:
Era para eu pôr dinheiro na poupança.
Quando eu puser dinheiro na poupança...
A primeira frase apresenta o verbo pôr no infinitivo; a segunda, no futuro do subjuntivo.
É aí que reside a dificuldade. Como na maioria dos verbos o futuro do subjuntivo e o infinitivo são iguais, é muito comum ouvirmos frases como "Se eu por..." Quando eu deter...", já que o cidadão pensa serem iguais em todos os verbos.
Nesta coluna, não nos ateremos apenas aos tempos verbais citados, e sim a toda a conjugação dos verbos apresentados, que você pode conferir no Gramática On-line.
A maneira mais prática, porém, para conjugar adequadamente um verbo derivado é comprovar a existência de tal derivação. Como? Comparando!
Um verbo terminado em –ter será derivado de ter se a primeira pessoa do singular do presente do indicativo terminar em –tenho, pois Todos os dias eu tenho. Se isso ocorrer, toda a conjugação do verbo pesquisado será idêntica à do verbo ter. Por exemplo: 
Converter: Todos os dias eu converto, e não Todos os dias eu convertenho. Converter, portanto, não é derivado de ter. Sua conjugação não será, então, idêntica à de ter.
Manter: Todos os dias eu mantenho a calma, e não Todos os dias eu manto a calma. Manter, portanto, é derivado de ter. Toda a sua conjugação é idêntica à do verbo ter:
Ontem eu tive = Ontem eu mantive
Ele teve = Ele manteve
Eles tiveram = Eles mantiveram
Se ele tivesse = Se ele mantivesse
Quando ele tiver = Quando ele mantiver
Um verbo terminado em –ver será derivado de ver se a primeira pessoa do singular do presente do indicativo terminar em –vejo, pois Todos os dias eu vejo. Se isso ocorrer, toda a conjugação do verbo pesquisado será idêntica à do verbo ver. Por exemplo: 
Escrever: Todos os dias eu escrevo, e não Todos os dias eu escrevejo. Escrever, portanto, não é derivado de ver. Sua conjugação não será, então, idêntica à de ver.
Prever: Todos os dias eu prevejo, e não Todos os dias eu prevo. Prever, portanto, é derivado de ver. Toda a sua conjugação é idêntica à do verbo ver:
Ontem eu vi = Ontem eu previ
Ele viu = Ele previu
Eles viram = Eles previram
Se ele visse = Se ele previsse
Quando ele vir = Quando ele previr
Um verbo terminado em –vir será derivado de vir se a primeira pessoa do singular do presente do indicativo terminar em –venho, pois Todos os dias eu venho. Se isso ocorrer, toda a conjugação do verbo pesquisado será idêntica à do verbo vir. Por exemplo: 
Servir: Todos os dias eu sirvo, e não Todos os dias eu sirvenho. Servir, portanto, não é derivado de vir. Sua conjugação não será, então, idêntica à de vir.
Intervir: Todos os dias eu intervenho, e não Todos os dias eu intervo. Intervir, portanto, é derivado de vir. Toda a sua conjugação é idêntica à do verbo vir:
Ontem eu vim = Ontem eu intervim
Ele veio = Ele interveio
Eles vieram = Eles intervieram
Se ele viesse = Se ele interviesse
Quando ele vier = Quando ele intervier
Todos os verbos terminados em –por são derivados de pôr. Por exemplo: 
ProporTodos os dias eu proponho.
Toda a sua conjugação é idêntica à do verbo pôr:
Ontem eu pus = Ontem eu propus
Ele pôs = Ele propôs
Eles puseram = Eles propuseram
Se ele pusesse = Se ele propusesse
Quando ele puser = Quando ele propuser
OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DO VERBO

Classificação
1) Regular: o que não sofre alteração no radical e nas terminações. Ex.: cantar − radical: cant  canto, cantas, canta; cantei, cantaste, cantou     Irregular: o que sofre alterações. Ex.: dizer − radical: diz digo, dizes, diz; disse, disseste, disse
2) Principal: o mais importante da locução verbal; é sempre o último do grupo. Ex.: Estou trabalhando Quero trabalhar.     Auxiliar: o que ajuda o principal a ser conjugado; é sempre o primeiro. Ex.: Temos estudado.  Quero sair.
3) Defectivo: o que não se conjuga em todas as pessoas, tempos ou modos. Veja, a
seguir, alguns verbos defectivos importantes para concursos.
a) abolir, colorir, banir, extorquir, demolir: não possuem a 1ª p.s. do presente do
indicativo; não se conjugam no presente do subjuntivo.
Ex.: Pres. ind.: aboles, abole, abolimos, abolis, abolem

       Pres. subj.: não há Obs.: São completos em todas as formas do passado e do futuro.
b) reaver, precaver-se, falir, remir, adequar: só possuem a 1ª e a 2ª pessoas do plural do
presente do indicativo; não se conjugam no presente do subjuntivo.
Ex.: Pres. ind.: reavemos, reaveis

       Pres. subj.: não há Obs.: São completos em todas as formas do passado e do futuro.
c) acontecer, ocorrer, doer, prazer: só possuem a 3ª pessoa, tanto do singular como do
plural, em todos os tempos, inclusive no presente do subjuntivo.
Ex.: dói, doem; doía, doíam; doesse, doessem; doa, doam

4) Abundante: o que possui duas ou mais formas equivalente, quase sempre no
particípio. São abundantes:
a) No particípio

 acender − acendido e aceso
    fritar − fritado e frito
expulsar − expulsado e expulso
matar − matado e morto
    pagar – pagado e pago
aceitar − aceitado, aceito e aceite
ganhar − ganhado e ganho

b) No presente do indicativo haver − havemos (ou hemos), haveis (ou heis)     construir (e destruir) − construis (ou constróis), construi (ou constrói), construem (ou        constroem)    entupir (e desentupir) − entupes (ou entopes), entupe (ou entope), entupem (ou      entopem)
5) Anômalo: verbo formado por mais de um radical; só há dois verbos anômalos: ser e
ir.
Ex.: ser: sou, és, fui

ir: vou, fui

Formas nominais
      São o infinitivo, o gerúndio e o particípio. Recebem esse nome porque equivalem, em certas circunstâncias, respectivamente, ao substantivo, ao advérbio e ao adjetivo. Ex.: Formas nominais de cantar:
infinitivo − cantar
gerúndio − cantando
particípio − cantado

1) Rizotônica: quando a vogal tônica está no radical. Ex.: choro, precisas, gritam 2) Arrizotônica: quando a vogal tônica está fora do radical. Ex.: lutamos, chegassem, corrermos




DICAS DE VERBOS IRREGULARES
Os verbos terminados em -iar, no presente do indicativo, normalmente são conjugados -io/ -ia (eu guio, tu guias, ele guia, etc). Essa é a forma regular. Na forma irregular, eles vêm conjugados -eio/ -eia (eu odeio, tu odeias, ele odeia), que coincide com a forma regular dos verbos em -ear. 


É provável que você tenha ficado em dúvida em relação a determinadas flexões dos verbos em ear. Por exemplo: Vestibulando anseia por resultados das provas, ou ansia?
“Ele intermedeia o acordo, ou ele intermedia”?
 O motorista freou o ônibus bruscamente, ou freiou?

“Vestibulando anseia por resultados das provas” é a frase que está de acordo com o padrão culto da língua portuguesa.

Cinco verbos terminados em iar são conjugados nas formas rizotônicas (formas cuja tonicidade cai no radical da palavra, isto é, na parte que não varia). São os verbos do anagrama MARIO. O nome MARIO é formado com as iniciais destes verbos: mediar, ansiar, remediar, incendiar, odiar.

BIZU DO MARIO

Mediar: medeio, medeias, medeia, mediamos, mediais, medeiam.
Ansiar: anseio, anseias, anseia, ansiamos, ansiais, anseiam.
Remediar: remedeio, remedeias, remedeia, remediamos, remediais, remedeiam.
Incendiar: incendeio, incendeias, incendeia, incendiamos, incendiais, incendeiam.
Odiar: odeio, odeias, odeia, odiamos, odiais, odeiam.


O banco intermedeia ou intermedia as finanças daquela empresa?

A frase correta em conformidade com a norma culta é: "O banco intermedeia as finanças daquela empresa".

Como vimos, nos verbos mediar, ansiar, remediar, incendiar, intermediar e odiar, as três primeiras pessoas do singular e a terceira pessoa do plural do presente do indicativo e do presente do subjuntivo e todas as pessoas do imperativo têm o i transformado em ei nas formas rizotônicas (em que o acento tônico recai no radical, a parte invariável do verbo): med(iar), ans(iar), remed(iar), incend(iar) intermed(iar), od(iar).

Trocando em miúdos: quando a acentuação tônica recai sobre o i, ligado à consoante do radical, ele  recebe a ajuda de um e, transformando-se em ei. Só para relembrar: intermedeio, intermedeias, intermedeia (intermediamos, intermediais), intermedeiam); intermedeie, intermedeies, intermedeie (intermediemos, intermedieis), intermedeiem.

Os outros verbos em iar são regulares, por isso, quando o acento cai no i, permanece: aprecio, arrepio, chio, crio, esquio, guio, premio e outros. Uma exceção é mobiliar; nele, as formas rizotônicas têm o acento tônico na sílaba bi e não na li.

“O motorista freou o ônibus
 bruscamente, ou freiou?” 

A frase certa segundo as gramáticas da língua é: "O motorista freou o ônibus bruscamente".

O nome do verbo é frear sem "i", mas, no presente do indicativo, conjuga-se da seguinte maneira: eu freio, tu freias, ele freia, nós freamos, vós freais, eles freiam,












QUESTÕES DE VOZES VERBAIS
PROF. TIAGO LYRA


1. "Afirma-se isso a todo instante." O comentário adequado a essa frase do texto é:
a) a frase encontra-se na voz passiva
b) o sujeito da frase é indeterminado
c) isso refere-se a um termo futuro do texto
d) a todo instante tem valor circunstancial de modo
e) a todo instante é um termo ligado sintaticamente a isso

2. Transpondo para a voz passiva a frase "Estão abrindo suas portas aos visitantes", a forma verbal resultante será:
a) serão abertas                       d) têm aberto
b) são abertas                          e) estão sendo abertas
c) têm sido abertas

3. Indique a frase que contenha os verbos nas vozes ativa e passiva analítica, respectivamente:
a) Deram as mãos e se foram alegres.
b) A casa em que vivias foi reformada.
c) Olhou-se no espelho e viu as marcas do tempo.
d) Fosse incomodada, tomaríamos providências.

4. (Form. Oficiais/PMERJ) Assinale o item em que não há voz passiva:
a) Procura-se uma boa cozinheira.
b) Todos os quadros foram vendidos.
c) Pede-se mais cuidado nas respostas.
d) Duvida-se de todos.
e) Foi eleito o novo Conselho Deliberativo.

5. (EPCAR) Transpondo-se para a voz passiva a oração "O médico examinará os pacientes ainda hoje", obtém-se a
forma verbal:
a) terão sido examinados                d) são examinados
b) foram examinados                       e) seriam examinados
c) serão examinados

6. (EPCAR) O exemplo de passiva pronominal está na opção:
a) Os amigos cumprimentaram-se com um aperto de mão.
b) Sabe-se que o Brasil tem um grande futuro.
c) Responde-se às cartas.
d) Parece que ele se matou.
e) Brinca-se muito na infância.

7. (C. NAVAL) Assinale a frase que se encontra na voz passiva:
a) No clube aristocrático, os enfeites luxuosos eram colocados logo à entrada.
b) As meninas estavam brincando na praia.
c) "Tinham-me lembrado a definição, olhos de cigana oblíqua."
d) Se vocês não tivessem saído às onze horas, assistiriam ao enorme incêndio.
e) Como eram lindas as flores que ornamentavam o salão!

8. "O crítico elogiou a novela." Ao passar a frase para a voz passiva, teremos:
a) A novela foi elogiada pelo crítico.
b) A novela é elogiada pelo crítico.
c) O crítico vinha elogiando a novela.
d) A novela será elogiada pelo crítico.
e) O crítico fará o elogio da novela.

09. Assinale a opção em que o pronome se tem o mesmo valor reflexivo que em:
"Mário imaginou que Alice ia precipitar-se."
a) Já não se viam as estrelas.
b) Nunca mais se falou dele na escola.
c) O chefe reservou-se a escolha de seus auxiliares.
d) Faz-se uma prova preliminar.
e) Foi-se embora ao anoitecer.



10. Assinale a opção em que o pronome me tem valor reflexivo:
a) "Não fumava, e nenhum livro como forma de me prender."
b) "O ar frio da madrugada dava-me sono."
c) "Um incidente qualquer me desviava deles."
d) ''Trancava-me no quarto fugindo do aparelho."
e) "Era a única coisa que me seduzia ali."

11. A frase: "As revistas publicaram fotos indecentes ontem", transposta para a voz passiva, ficaria:
a) Fotos indecentes são publicadas pelas revistas.
b) Ontem, revistas tinham publicado fotos indecentes.
c) Ontem, fotos indecentes publicaram revistas.
d) Fotos indecentes foram publicadas pelas revistas ontem.
e) Fotos indecentes serão publicadas pelas revistas ontem.


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Texto Utilizado Em Aula

Amor romântico na literatura infantil: uma questão de gênero - Primeira Parte - Prof. Suyan Maria Ferreira Pires

Um dos aspectos que caracteriza a contemporaneidade, também chamada de pós-modernidade, é um estado de permanente conflito na sociedade e nos laços entre e dentro de seus segmentos. Na verdade, a pós-modernidade não gerou essa crise; ela a herdou da Modernidade e a explicita em cores cada vez mais fortes. A pós-modernidade se constitui como uma crítica à modernidade, sem substituí-la, contudo. Nela convivem elementos do classicismo, da modernidade e da própria pós-modernidade, com sua dimensão de conflito permanente, sem que se forme um todo, sem que se integrem.

É ambíguo o momento em que vivemos. Por um lado experimentamos a satisfação de podermos modificar nosso mundo social, no qual novas identidades culturais e sociais surgem, enquanto outras já existentes são transgredidas, arrombadas, deliciosa ou sofridamente transformadas. Por outro lado, nosso tempo é de dor, de angústia, de incertezas, de um mundo à deriva. Uma parcela cada vez maior da humanidade é excluída dos prazeres e das alegrias da vida.

É época de primazia de mercado, de competitividade, de produção, de privatização e desregulamentação. Ao mesmo tempo é o momento de investidas na coletividade, no crescimento grupal, na valoração do trabalho em equipe. Do ponto de vista econômico, a pós-modernidade acompanhou e favoreceu um considerável empobrecimento geral e um aumento apreciável do número de excluídos dos bens e do bem viver em todo o mundo. Consumo é a palavra chave dessa nova era e os sujeitos se transformam em consumidores incessantes.

A pós-modernidade também adentrou o cotidiano da vida das pessoas através da tecnologia eletrônica de massa. Assim, os meios de comunicação aderiram à função de “interligar” o mundo às diferentes realidades, favorecendo, assim, a chamada globalização. Nessa linha de pensamento, Antonio Dória (2008, p. 30) afirma que nossa sociedade:
urbana e industrializada, defini-se pela competição acirrada. A competição
sempre existiu, mas o modo de produção atual e a conquista de mercados
tornaram esse fenômeno mais evidente. Hoje, fala-se de competição
até mesmo como algo positivo e necessário. E a industrialização traz
exigências como eficiência, rapidez, produção em série e, por extensão,
maior controle da natureza e do homem. Nesse contexto de eficiência,
a pausa, a interrupção, a dúvida, enfim, poderiam se tornar grandes
obstáculos.
Passamos a conviver com situações entendidas muitas vezes como naturais, mas que foram construídas e continuam sendo legitimadas como práticas sociais. Lançamos mão de conceitos novos, abandonamos concepções antigas, apreciamos ideias diferentes, tornamo-nos metamorfoses ambulantes neste mundo do aqui-e-agora. A problematização sobre a possibilidade de tais mudanças termina por propiciar a incerteza, a desconfiança em relação a situações consideradas certeiras, à reflexão sobre os argumentos ditos definitivos, permitindo-se assim que o sujeito situe-se na busca intermitente do novo, do diferente.

Percebemos a multiplicação concomitante de práticas sociais inusitadas, singulares, excêntricas, “censuráveis”, lamentosas que colocam na berlinda as “verdades” sociais vividas recentemente. Tal época, borbulha, efervesce, invade diferentes instâncias sociais ao mesmo tempo em que é produzida no âmago dessas. Sob essa perspectiva, pode-se verificar algumas
características concentradas nessa cultura instantânea como a busca do prazer imediato, o descompromisso com o outro, a tolerância ao diferente, a (des)construção e transgressão às regras, a violação dos corpos, a banalização de diferentes práticas e a realização de desejos efêmeros.

A representação visual torna-se objeto de fascínio. Cola-se a ela a ideia de produção de estímulos, de possibilidade de emoções, de contemplação de
cenas virtuais, fantásticas, delirantes, violentas, de forte apelo à sexualidade, tornando os sujeitos espectadores e produtores da realidade. Passa-se, portanto, a conviver com os fatos sociais cotidianos estáveis ao tempo de suas imagens.

E nessa sociedade em constante crise, com rupturas, com desconstruções das “verdades únicas” na qual
o controle social se exerce através das informações, da estetização, da personalização do cotidiano, questiono: ainda há espaço para o amor? Se há, de que amor estamos falando? De um amor romântico, repentino, perene? De um amor fugaz, abrasante, momentâneo? De um amor sereno, gentil, pacífico?
Na sociedade ocidental, esse sentimento é muito valorizado e o discurso que o circunda traz sempre a ideia de que “sem amor estamos amputados de nossa melhor parte. A vida pode até ser mais tranqüila e livre de dores quando não amamos. [...] Diante dele (do amor) tudo empalidece; sem ele, até o que engrandece perde a razão de ser” (COSTA, 1998, p. 11).

Dessa forma, quem ama procura um par, pois em todo amor há pelo menos dois seres envolvidos e, quando correspondido, pode ser estabelecida uma relação. A partir de então nota-se uma tênue fronteira entre o sentimento e a forma de gerenciá-lo, que comumente é implacável. Uma vez constituída essa relação, pode-se perceber o sentimento de amor dos apaixonados sendo vivido, abundantemente, com o desenrolar das situações. Nessas situações, as promessas de amor são menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de se apaixonar, tão divulgada e legitimada em nossa sociedade, é grande e poderosa, pois “aprendemos a crer que amar romanticamente é uma tarefa simples e ao alcance de qualquer pessoa razoavelmente adulta, madura, sem inibições afetivas ou impedimentos culturais” (COSTA, 1998, p. 35).

E está justamente aí a fragilidade do amor, a qual se ocupa em suportar a vulnerabilidade das relações entre os amantes. Ora, se o amor exprime a vontade de cuidar e de preservar o objeto cuidado, como pode tal relação subjugar os parceiros nela envolvidos?

Talvez, de modo incomum, em um mundo obcecado pela segurança, os apaixonados exigem do sentimento de amor uma estabilidade pouco possível de ser concretizada. Dessa forma, a atração, o desafio e a sedução passam a ser elementos constitutivos das relações amorosas românticas. Pode-se citar, ainda, as promessas de compromisso a curto e longo prazo como características da materialização desse amor tornando-o excludente e possessivo, pois estar em um relacionamento significa, sobretudo, uma incerteza permanente. Percebe-se, então, um paradoxo: honrar com o compromisso acordado e o sentimento vivido sem tornar a realidade afrontosa e exasperante. A respeito disso Zygmunt Bauman (2004, p. 29) afirma que
se você investe numa relação, o lucro esperado é, em primeiro lugar e
acima de tudo, a segurança – em muitos sentidos: a proximidade da mão
amiga quando você mais precisa dela, o socorro na aflição, a companhia
na solidão, o apoio para sair de uma dificuldade, o consolo na derrota e o
aplauso na vitória; e também a gratificação que nos toma imediatamente
quando nos livramos de uma necessidade.
Sendo assim, se pode dizer que faz parte do discurso do amor romântico promulgar formas que derrotem fontes de incertezas presentes – garantindo assim a segurança – até porque não se sabe o que está pela frente e o que o futuro pode trazer. Junto a essa luta está o esforço despendido pelos amantes a fim de que a relação seja profícua e duradoura, colando à imagem do sentimento amoroso a ideia de imortalidade.

Jane Felipe (2006, p. 11) caracteriza o amor “como romântico quando ele é regido por uma idealização que se estende aos seguintes aspectos: a idéia de intensidade (em si mesmo e no outro, para quem o amor se destina), a concepção de completude, de eternidade e de entrega”. Dessa forma, os enamorados exacerbam o sentimento de amor como se ele fosse o responsável pela felicidade eterna do parceiro e por sua exclusividade.

Comumente,
escuta-se em músicas, poesias, sonetos, conversas informais, que o outro é o motivo da sua vida, a razão da sua existência, que o sentido de um está na existência e na presença do outro. Assim sendo, há um empoderamento do sentimento amoroso como algo grandioso, mágico, que atravessa o tempo e o espaço com uma força intensa. Nesse sentido, percebe-se que o ponto nevrálgico paira na forma como o amor romântico é idealizado e materializado nas relações amorosas e não no sentimento em si.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

QUESTÕES DA TURMA DA MARINHA AMANHÃ (PRONOME E CONJUNÇÃO)

 PROF. TIAGO LYRA
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1- CLASSIFIQUE OS PRONOMES ABAIXO:

A- ELES VIRÃO CONVERSAR CONOSCO AMANHÃ, EM NOSSA CASA.

B- OS SEUS LIVROS, EU OS ENVIEI ONTEM PELO CORREIO.

C- SEUS AMIGOS PREPARARAM-LHE UMA BELA SURPRESA NO FINAL DE SUA FESTA DE ANIVERSÁRIO.

D- ASSINAREMOS O CONTRATO AMANHÃ, EM SEU ESCRITÓRIO OU NO MEU.

E- DE SÚBITO, DIANTE DOS NOSSOS OLHOS, SURGIU UMA CRIANÇA FERIDA, QUE NOS COMOVEU COM SEU SOFRIMENTO.

F- CREIO QUE ELES FICARÃO CONTENTES SE NÓS LHES DISSERMOS QUE CONFIAMOS EM SEU TRABALHO.

2- CLASSIFIQUE OS PRONOMES ABAIXO:

A- O QUE MAIS QUERO É VÊ-LA FELIZ.

B- NINGUÉM ELOGIOU SEU TRABALHO.

C- ELA ESTAVA CONVERSANDO COM ALGUNS COLEGAS.

D- ELE FOI VER O QUE ESTAVA ACONTECENDO.

E- AS NOTÍCIAS DEIXARAM-NA FELIZ.

F- TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELO SUCESSO DA PEÇA.

G- OS PRÓPRIOS ALUNOS PERCEBERAM QUE ESTAVAM ENGANADOS.

H- ELE IRÁ CONOSCO AO DESFILE.

I- DIGA-LHE QUE OS CONVIDADOS JÁ CHEGARAM.

J- NÃO HÁ NADA QUE EU POSSA FAZER.

L- ELE É MUITO INSEGURO; QUALQUER PROBLEMA O DEIXA ABALADO.

M- É CLARO QUE EU OS CONHEÇO MUITO BEM!

N- EXPLIQUE-ME O QUE DEVE SER FEITO

O- NÃO LHE DIGA NADA.



3- CLASSIFIQUE

1. Insisti no oferecimento da vaga, e ele estremeceu.
2. O professor se atrasou e entrou em sala errada.
3. Sonha que sonha mas não é feliz.
4. Dedicou-se aos negócios e também cuidou dos filhos. muito
5. Chegou cedo e sentou-se na primeira carteira que encontrou.
6. Não há problemas tampouco discussões.
7. Ela foi ao teatro, no entanto não se divertiu.
8. Ele não concluiu o curso e clinica regularmente.
9. Ela não só estuda, mas também trabalha.
10. Ou consulta o mapa ou pede informações.
11. Quer no prazer, quer na dor, lá estava o amigo inseparável.
12. Venho estudando muito, por conseguinte conseguirei aprovação.
13. Este rapaz não é nosso amigo, não é, pois, confiável.
14. Não recue, que eles não podem meter-nos medo.
15. Choveu, porque as ruas estão molhadas.

4-CLASSIFIQUE

1. Ele jamais confessou se viria.
2. Não comentou que pretendia refazer o casamento.
3. Não compareceu ao encontro que estava muito cansado.
4. Não feria o regimento interno porquanto não queria ser demitido.
5. Como era atrevido, vivia sendo repreendido.
6. Conquanto fosse respeitador, era criticado pelos pais.
7. Posto que não estivesse envolvido no caso, foi chamado a depor.
8. Contanto que esteja presente, eu discursarei sobre os seus feitos.
9. Não escreverei versos, a menos que você seja a minha musa.
10. Desde que economizemos, poderemos viajar.
11. Desde que voltou àquela velha cidade, não teve mais sossego.
12. Mal cheguei, veio ao meu encontro.
13. Apenas ele chegou, todos saíram.
14. Enquanto sofria, resmungava palavras perdidas.
15. Enquanto visitávamos o museu, um quadro foi roubado de lá.
16. À medida que avançavam, iam penetrando no coração da selva.
17. Tamanho foi o susto que não conteve palavras de baixo calão.
18. Vim aqui porque pudesse conversar contigo com mais liberdade.
19. O amigo, ao passo que dizia asneiras, ia ficando rubro de vergonha.
20. Fez a obra consoante manda a lei.
21. Agi como ordenaram os patrões.
22. Agi conforme você agiu.
23. Realizei a tarefa como todos o fizeram ontem.
24. Marcelo colabora menos do que os irmãos.
25.Tenho certeza de que gostas de mim.









5. (C. NAVAL) No período: "O frio da Noite Santa era tão áspero que entrei na manjedoura para me aquecer", o vocábulo destacado traduz valor:
a) causal                                  
b) concessivo                          
c) consecutivo
d) temporal
e) conformativo

6. (EPCAR) Aponte a alternativa cm que a palavra destacada é conjunção explicativa:
a) Como ia de olhos fechados, não vi o caminho.
b) Não insistas, que é inútil.
c) Choveu tanto, que a cidade ficou inundada.
d) Não saiu, porque chovia intensamente.
e) Assim que a imprensa esclareceu o assunto, fiquei feliz.

7 (EPCAR) "Como chegaste ontem, não te quero importunar." Se a frase começar assim:
"Não te quero importunar......................" - a continuação, sem alteração do sentido, será:
a) pois chegaste ontem.
b) embora chegaste ontem.
c) por que chegaste ontem.
d) conquanto chegaste ontem.
e) não obstante chegaste ontem.

8. (EEAR) Assinale a alternativa que apresenta locução subordinativa condicional.
a) "Tudo é muito engraçado, contanto que suceda aos outros."
b) "Quanto mais próxima está a aurora mais negra é a noite."
c) "Os tolos existem para que os espertos possam ganhar a vida."
d) "As dificuldades aumentam à medida que nos aproximamos do fim."

9. Há conjunção concessiva na alternativa:
a) Desde que estudes, serás aprovado.
b) Sem que te esforces, não conseguirás aprovação.
c) Conquanto fosse muito dedicado aos estudos, não foi feliz nos exames.
d) Conforme desejas, receberás um convite para visitar um amigo.
e) Como o futuro é incerto, vivamos o presente.

10. (EPCAR) Assinale a frase em que haja uma conjunção causal:
a) Não se entristeça, porque lhe darão outra oportunidade.
b) Conquanto estivéssemos cansados, saímos.
c) Lutou tanto, que conseguiu.
d) Morreu sem que ninguém o chorasse.
e) Como estivesse frio, não saí.

11. (EPCAR) Assinale a alternativa que apresenta conjunção subordinativa integrante.
a) "Se recolheres um cão faminto e lhe deres comida, ele não te morderá."
b) "Deus, se tivesse de ouvir os pecados de uma mulher, ouvia-os sorrindo."
c) "O maior defeito dos livros novos é impedir que possamos ler os antigos. "
d) "Ninguém é tão velho que não possa viver um ano, nem tão moço que não possa morrer hoje."






12. As palavras que vêm destacadas nas frases abaixo estão corretamente classificadas, exceto na opção:
a) Porventura pode informar se hoje haverá reunião? (Conjunção condicional)
b) Que nostalgia sinto ao entardecer! (Pronome indefinido)
c) Não te entristeças, pois outras oportunidades virão. (Conjunção explicativa)
d) Ainda que me procure, não lhe estenderei a mão. (Conjunção concessiva)
e) Correu tanto, que tropeçou e caiu. (Conjunção consecutiva)

13. "Apesar da inexistência dessa reciprocidade entre trabalho e ganho..." A expressão apesar de equivale semanticamente a:
a) visto que                               d) a fim de que
b) contanto                               e) porquanto
c) embora

14. "Por outro lado, há quem sustente que a grande maioria dos processos acaba razoavelmente depressa"; a expressão por outro lado tem, neste caso, valor de:
a) adição                                   d) concessão
b) oposição                               e) explicação
c) comparação

15. Indique a seqüência que preenche corretamente as lacunas:
            O súbito interesse internacional pelo tema do desenvolvimento social nos anos 90 evidencia, pelo menos, que o chamado "consenso neoliberal" do mundo contemporâneo não é tão consensual quanto parece ____________ predominante nos setores político-econômicos que detêm o poder em quase todo o planeta, a obsessão com o monetarismo, a liberdade do mercado e o "Estado mínimo" é, _____________, motivo de sérias preocupações tanto em países em desenvolvimento - maioria numericamente esmagadora na composição da Assembléia Geral da ONU -, como em sociedades civis dos países desenvolvidos. E seus opositores governamentais e não-governamentais, ___________ não dispondo de meios suficientes para revertê-Ia têm capacidade para mobilizar a opinião pública internacional em campanhas de conscientização de vasto espectro, assim como para implementar iniciativas localizadas importantes com o objetivo de aliviar alguns de seus efeitos mais daninhos.
(Baseado em J. A. Lindgren Alves)

a) Conquanto, porquanto, ainda que
b) Porquanto, assim mesmo, porque
c) Embora, ao contrário, conquanto
d) Posto que, desde que, embora
e) Uma vez, conseqüentemente, porque

16. “...... ela aparente ser uma pessoa dócil, não a provoque, ..... a ovelhinha não se transforme numa tigresa."
A frase acima ganha sentido completo e lógico preenchendo-se suas lacunas, respectivamente, com as expressões:
a) Desde que - afim de que
b) Muito embora - desde que
c) Dado que - muito embora
d) Ainda que - para que
e) Mesmo que - em vista do que







17. (1) _________a globalização tem aspectos altamente positivos, criando pontes entre as nações, em substituição aos antigos muros que as separavam, e permitindo (2) __________ uma ampla divulgação e utilização das tecnologias mais modernas (3) ________, é evidente que a globalização pode tornar-se, em determinados casos, um elemento destruidor da cultura nacional e da escala de valores de uma sociedade. Cabe (4) ________ ao Estado, tendo em vista o contexto nacional, ser um fiscal e catalisador eficiente do nível adequado da globalização que interessa ao país, abrindo a sua economia, num mundo que não mais admite que as nações se transformem em verdadeiras autarquias, (5)_____________, protegendo adequadamente os valores humanos, econômicos, intelectuais e morais do país e dos cidadãos.

Assinale a opção incorreta em relação às lacunas do texto:

a) O texto permaneceria correto se iniciado pela expressão Não há dúvida de que (1).
b) É opcional o uso de também, entre vírgulas, em (2).
c) Como se trata de uma oposição de idéias, é correto o uso de entretanto em (3).
d) O articulador sintético correto para (4) é conquanto.
e) Em (5), para acentuar a oposição de idéias, seria correto colocar todavia.

18. (EPCAR) As palavras abaixo destacadas estão corretamente classificadas, menos na alternativa:
a) Por que não me respondes?
    (advérbio interrogativo de causa)
b) Não insistas desse jeito, que é inútil.
    (conjunção explicativa)
c) Tanto reclamou, que foi preso. (conjunção causal)
d) Não conheço a cidade onde nasceste. (pronome relativo)
e) As crianças eram indubitavelmente levadas. (advérbio)

19. Nos períodos "Cem reais que ele doasse, já nos ajudaria." e "O Corinthians tinha de ser campeão nem que fosse ilicitamente." As expressões destacadas equivalem a conjunções:
a) finais                                    c) concessivas
b) conclusivas                          d) condicionais

20. (EPCAR) Em que opção há conjunção integrante?
a) Chegados que fomos, dirigimo-nos ao quartel...
b) Há criaturas que choram à toa.
c) Fiz-lhe sinal que nada dissesse.
d) Não sei se eles estão na cidade.
e) Ninguém sabe lugar em que moras.

21. "O dia está quente, vamos, pois à praia."
A conjunção em destaque é:
a) subordinativa causal
b) coordenativa conclusiva
c) coordenativa explicativa
d) subordinativa condicional

22não existe conjunção alternativa no período:
a) Homem solitário ou é besta, ou é anjo.
b) Já atravessa as florestas; já chega aos campos de Ipu.
c) Não temos dinheiro, de forma que não podemos ir ao teatro.
d) O dinheirinho umas vezes traz felicidade, outras vezes traz desgraça.
                                                                                                                  



23. (MPE-SP) Na frase Quando ocorreu o encontro entre as civilizações
pré-colombianas e pré-cabralinas, os colonizadores foram capazes de
superar a tragédia do enfrentamento..., a conjunção destacada pode ser
substituída, sem alteração de sentido, por:
a) assim que
b) contudo
c) sempre que
d) à medida que
e) antes que

24. (FJG) Substituindo-se o termo grifado em “Mas a localização é, como
costumam dizer os anúncios, privilegiada”, por outro, de igual
significado, teremos:
a) quando
b) porque
c) conforme
d) à medida que
e) logo que





25. (FJG) Na sentença “Mal detive o carro, ela abriu a porta”, o termo
em destaque é classificado como:
a) advérbio de causa
b) locução adjetiva
c) advérbio de lugar
d) conjunção subordinativa temporal
e) conjunção subordinativa proporcional

26. (ETE-SP) “Embora nossos governos não tenham o devido cuidado com
esse patrimônio, ele é nosso.”
Assinale a alternativa cujo conteúdo substitui a palavra grifada.
a) Logo que
b) Ainda que
c) Já que
d) Quando
e) Se
































CONCURSO SAÚDE RJ (5 QUESTÕES ) VAMOS GABARITAR JUNTOS!!



OLÁ QUERIDOS ALUNOS DA ÁREA DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO!! SEPAREI COM CARINHO 5 PROVAS  DA CEPERJ QUE CONSIDERO UM ÓTIMO EXERCÍCIO PARA A PROVA!!
MESMO SÓ TENDO 5 QUESTÕES É PRECISO MUITA ATENÇÃO!! OS TÓPICOS QUE CONSIDERO MAIS IMPORTANTE SÃO:

1- INTERPRETAÇÃO DE TEXTO (FAZER MUITA PROVA)
2- CONJUNÇÕES
3-PRONOMES (PRINCIPALMENTE O RELATIVO)
4-VERBOS (UMA ATENÇÃO PARA SEMÂNTICA VERBAL)
5-FUNÇÕES SINTÁTICAS E CONCORDÂNCIA

OS LINKS PARA BAIXAR AS PROVAS ESTÃO AÍ!! VALEU!!



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http://www.sendspace.com/file/8j12dt

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