Professor Tiago Lyra:
Licenciado em Português/Inglês pela Universidade Metropolitana de Santos/SP, professor há mais de 8 anos em cursos presenciais para concursos no Estado do Rio de Janeiro, Ex. AL Oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é servidor Público do RIOPREVIDÊNCIA (Fundo Único de Previdência Social do estado do Rio de Janeiro).
Conhecido pelos seus alunos em todo o Brasil por meio do BIZU DO LYRA que indica sempre uma dica importante para as provas de Língua Portuguesa das principais Bancas do país.Bacharelando em Direito na UCAM


CONCURSO NÃO SE FAZ PARA PASSAR, MAS ATÉ PASSAR!!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PARA MIM ESTE VÍDEO É PERFEITO PARA VOCÊ CONCURSEIRO!!


MATERIA SOBRE REDAÇÃO - FOLHA DIRIGIDA - MUITO BOA!!

Redação: pequenos detalhes fazem a grande diferença

Por Paulo Fonseca - paulo.fonseca@folhadirigida.com.br
Passar em concurso público depende, entre outros aspectos, de uma boa produção de texto. Não basta apenas focar os estudos nas matérias-padrão e nos conhecimentos específicos de determinada área. O candidato, muitas vezes, desperdiça a oportunidade de ingressar na carreira pública por não possuir uma estrutura de escrita voltada para a elaboração de uma redação. Em virtude disso, FOLHA DIRIGIDA entrevistou o professor Marcelo Braga, autor do livro "Redação - Teoria e Prática - 2ª edição", que propõe, através de um método prático e objetivo, facilitar a produção textual dos concurseiros.

Segundo Marcelo, não existe uma fórmula para escrever bem, e sim mecanismos que, por meio do conhecimento de elementos essenciais, fornecem a estrutura necessária para a boa dissertação. Para o professor, a principal dificuldade encontrada por parte dos candidatos é o entendimento do tema e a estruturação dos textos (formulação de parágrafos e articulação de períodos). “É importante que o concursando entenda o tema proposto, já que todo texto dependerá dessa temática. A partir daí, o candidato deve escolher um único caminho, dentre as várias citações que o tema sugere. Sendo assim, através de uma seleção correta de informações, irá decorrer o texto, por meio de uma progressão temática”.

De acordo com o educador, essa progressão temática poderá auxiliar a manutenção da sequência lógica de pensamento, e permitirá a contextualização do texto. O candidato poderá fazer uso de alusões históricas, argumentos e contra-argumentações, exemplificações ou orações de causa e efeito; dependendo do que o tema sugerir. Confira a seguir os pontos aos quais os candidatos devem ter maior atenção, segundo o professor.

- Introdução, desenvolvimento e conclusãoPor mais incrível que pareça, e por mais que os próprios termos indiquem a natureza de cada estrutura, muitos candidatos têm dificuldades de identificar ou, então, de redigir sua dissertação respeitando esta ordem lógica. Não é raro, em vestibulares e concursos, que professores se deparem com redações onde a ideia da conclusão é apresentada logo no primeiro parágrafo... Vamos, então, às regras gerais? A introdução é onde o tema abordado é apresentado, aconselha-se que tenha apenas um parágrafo de quatro a seis linhas. É importante que ela determine a ideia central do texto. O desenvolvimento é onde quem escreve expõe seu ponto de vista e argumenta de uma forma lógica, fortalecida com uma fundamentação teórica embasada, para que o leitor acompanhe seu raciocínio. A conclusão é a informação final. O candidato poderá apresentar uma sugestão, reforçar o processo, fazer o uso de uma intervenção ou apresentar uma solução; desde que fique claro que aquela informação encerrou o texto.

- Parágrafos e períodos

Primeiramente, cada parágrafo é organizado em torno de uma ideia central (tópico frasal), constituído de início, meio e fim, com cerca de dois ou três períodos. A quantidade de parágrafos na estruturação do texto vai depender, por exemplo, da instituição, se cobra de 20 a 30 linhas é fundamental que se trabalhe o conjunto do texto entre quatro ou seis parágrafos. “O candidato não pode ter um parágrafo introdutório maior que o do desenvolvimento, um com três, outro com dez linhas... Deve tentar manter uma linearidade”, completa o autor. Os períodos devem estar articulados de modo que o leitor consiga compreender a ligação entre um parágrafo e outro. O candidato deve primar pela concisão e, para isso, Marcelo Braga sugere fazer uso de elementos “maquiadores” dessa articulação, como a utilização correta dos pronomes, de sinônimos ou quase sinônimos, que são aquelas palavras que embora não tenham a sinonímia do vocábulo, no contexto passam a ser substituto da palavra.

- O que nunca fazer numa redação
Em um texto dissertativo-argumentativo, o candidato não deve fazer uso de passagens de outro texto, prescrever o tema, usar coloquialismos ou oferecer qualquer traço de oralidade, como "cruzar os braços", "fechar os olhos", "ir de vento em popa". Segundo o autor, esses elementos retiram a extensão do texto. “O candidato deverá primar sempre por informações inovadoras, que não estejam ligadas ao senso comum, que fujam de vocábulos modistas. Deve apresentar palavras que estejam na linha da normatividade”, conclui. Ou seja, nada de abreviações e símbolos, comumente utilizados nas conversas de internet... O autor do texto deve se ater ainda à utilização adequada dos recursos gramaticais. Erros de pontuação, no caso da vírgula, da crase, ou de concordância, são muito comuns nas redações. Para evitá-los, o professor propõe que o candidato sempre revise o texto, de forma a corrigir possíveis equívocos.

- Temas que podem cair
Para o professor Marcelo Braga, é preciso estar bem atualizado. Por conta disso, os candidatos devem ficar ligados nos principais assuntos de 2012 e nas notícias que vão acontecer durante todo o ano. Grandes eventos como a Copa do Mundo, que acontecerá no Brasil, em 2014, podem ser cobrados nas próximas seleções. Além disso, temas como liberdade de imprensa, comissão da verdade, sustentabilidade, lixo eletrônico, eleições 2012, julgamento do Mensalão e a questão da capacitação profissional têm sido recorrentes entre as principais bancas.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

MATERIA MUITO BOA DA FOLHA DIRIGIDA SOBRE O CONCURSO PARA CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO

Saiu edital para controlador de tráfego aéreo. 2º grau


O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) divulgou o edital do concurso para 135 vagas de controlador de tráfego aéreo, cargo que exige o nível médio e conhecimentos de Língua Inglesa, e tem remuneração de R$4.322,82, incluindo R$304 de auxílio-alimentação. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 24 deste mês, pelo site da Fundação Cesgranrio, organizadora. As vagas estão distribuídas por Brasília, Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Corumbá (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Foz do Iguaçu (PR), Porto Alegre (RS), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), Natal (RN), Maceió (AL), Porto Seguro (BA), Recife (PE), Salvador (BA), Boa Vista (RR), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP).

O candidato deve preencher a ficha, optando apenas por um local de trabalho e de aplicação de prova. Em seguida, é preciso imprimir o boleto e efetuar o pagamento da taxa, de R$70, em qualquer agência bancária. Para solicitar isenção de taxa é preciso entrar na página da organizadora e indicar o seu número de identificação social (NIS), atribuído pelo Cadastro Único, bem como declarar-se membro de "família de baixa renda" até o próximo dia 9. O resultado dos pedidos deferidos sairá no dia 16 de outubro. Quem desejar interpor recurso contra o indeferimento da solicitação de isenção terá até o dia 17 para efetuá-lo no site da Cesgranrio. O resultado final de isenções deferidas sai no dia 22 deste mês. Os candidatos cujas solicitações tenham sido indeferidas novamente deverão efetuar a inscrição até 24 de outubro e efetuar o pagamento até a data de vencimento constante no boleto bancário. O cartão de confirmação será divulgado pela organizadora no dia 28 de novembro.

As provas objetivas, compostas por 60 questões, estão programadas para serem realizadas no dia 2 de dezembro, nas seguintes cidades: Aracajú (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Corumbá (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Porto Seguro (BA), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Os aprovados ainda passarão por avaliação psicólogica, exame médico e curso de formação. A contratação ocorrerá pelo regime estatutário, que garante estabilidade empregatícia. A validade do concurso é de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. 

Uma nova visão da nossa Língua

http://www.senado.gov.br/noticias/tv/videos/cod_midia_165309.flv

domingo, 30 de setembro de 2012

HISTÓRIA DO RJ, PARA VC QUE VAI FAZER PM-RJ

Batismo. A enseada de Botafogo no século XVI: nome herdado do apelido de artilheiro português
DIVULGAÇÃO
RIO - Mem de Sá e Estácio de Sá, Salvador Corrêa. Botafogo, Flamengo, Catete e Copacabana. Nomes familiares aos cariocas, mas de motivações ou origem conhecidas por poucos habitantes da cidade. Desde sua fundação, o Rio de Janeiro se reinventa e se renova. No processo, no entanto, apagou as marcas do passado e esqueceu sua história. A saga do Rio é o tema do livro “1565 — Enquanto o Brasil nascia” (Ed. Nova Fronteira). Escrito por Pedro Doria, editor-executivo de O GLOBO, não é um livro de História convencional, com análises acadêmicas ou documentos inéditos. Com olhar jornalístico, explora fatos, personagens, razões e ações, nobres ou não, que ajudaram a erguer, no então selvagem Sudeste do Brasil dos séculos XVI e XVII, a futura capital do Império e da República.
— Não tenho coisa nova para contar, nada do que está no livro não foi publicado em algum outro lugar antes — diz Doria. — Historiadores costumam buscar a compreensão de grandes fenômenos. Já nós, jornalistas, nos dedicamos a contar bem histórias através de seus personagens. Não que o livro ignore os grandes momentos, mas o que ouvimos nele são as vozes de pessoas que nos falam através dos séculos. Espero ter escrito um livro que seja divertido de ler, que revele para os leitores quem foram essas pessoas e o que as movia, mesmo as que permanecem anônimas. São causos e histórias que de certa forma dão uma noção de como eram o cotidiano e as lutas da época. De repente, você vai vendo esta cidade toda sendo construída e ela começa a fazer sentido. Podemos entender por que as coisas são assim.
O artilheiro Botafogo
Entre os casos está o do português João Pereira de Sousa. Fugindo de dívidas na sua terra natal na Europa, ele foi parar em Santos, onde acabou recrutado por Estácio de Sá para participar da expedição que em 1565 culminou na fundação do Rio de Janeiro. Artilheiro, seu posto era o canhão, o que lhe valeu o apelido de “Botafogo”, herdado por bairro e clube. Ou então a história de um anônimo “peruleiro”, alcunha dada aos comerciantes que faziam a lucrativa rota entre as minas de ouro e prata do Peru e o Rio, escala e entreposto comercial para os traficantes de escravos de Angola que trabalhavam no garimpo da América espanhola nos tempos da União Ibérica (1580 a 1640, quando Portugal e Espanha tiveram o mesmo rei). Um dia, um deles bateu à porta da Santa Casa, instalada aos pés do Morro do Castelo, pedindo morada para uma imagem de Nossa Senhora adornada em ouro com o menino Jesus no colo — réplica do original, que ficava em uma pequena igreja às margens do Lago Titicaca, onde, não muito tempo antes, os incas adoravam o Sol. Recebida de bom grado, mais de um século depois a imagem de Nossa Senhora de Copa-caquana (que significa “lugar luminoso”) foi adornar o altar de uma outra pequena e nova igreja à beira de uma praia, com a corruptela de seu nome batizando a mundialmente famosa “princesinha do mar”.
História se confunde com a saga da família Sá
Mas os fios condutores do livro de Doria, como não poderiam deixar de ser, são os integrantes da família Sá, que por quase um século construíram, governaram e moldaram o Rio de Janeiro. Uma saga que começa com Mem de Sá. Filho de um padre e integrante da pequena nobreza, ele viu no Brasil a chance de uma ascensão hierárquica na corte portuguesa que de outra forma lhe seria muito difícil, para tanto aceitando ser o terceiro governador-geral da recém-descoberta colônia (1558-1572). Junto com ele, trouxe “sobrinhos” (grau de parentesco que na época era usado para designar desde sobrinhos de fato a jovens primos distantes), entre eles Estácio de Sá, que viria a ser o fundador oficial da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Foi Mem de Sá quem liderou em 1560 a expulsão dos franceses de Nicolas Durand de Villegagnon da então colônia da França Antártica, estabelecida em 1555 às margens da Baía de Guanabara. A vitória, no entanto, não foi seguida pela ocupação da região, o que lhe valeu uma reprimenda de dona Catarina da Áustria, viúva de Dom João III e rainha regente de Portugal. Assim, foi só em 1565 que Estácio de Sá recebeu do tio a incumbência de “reconquistar” a área, missão na qual já tinha falhado um ano antes. Desta vez, no entanto, os inimigos não eram invasores europeus, mas os chamados tamoios, uma incomum confederação de tribos tupinambás que tinham se aliado aos franceses e que mantinham sob pressão de constantes ataques os colonos de São Paulo, mais ao Sul.
A influência de São Paulo
Os tamoios impediam que os portugueses se aventurassem pelo interior do Brasil em busca do tão cobiçado ouro, já encontrado em abundância na América espanhola, mas ainda não descoberto na parcela portuguesa do território, dividido pelo Tratado de Tordesilhas. Desta forma, o exército de Estácio de Sá era formado principalmente por índios tupiniquins, aliados dos portugueses, e por paulistas arregimentados pelos jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta. Estes eram homens de saúde frágil porém tão dedicados que em 1554 ajudaram a estabelecer a primeira ocupação portuguesa fora do litoral brasileiro. Controlados os tamoios, a vila de São Paulo de Piratininga pôde finalmente servir de trampolim para as chamadas “bandeiras” que descobriram o ouro de Minas.
— O Rio nasceu pelas mãos de paulistas para que São Paulo sobrevivesse — comenta Doria. — Rio e São Paulo têm uma história paralela e a formação da personalidade das duas cidades também se deu pela via paralela. Enquanto a malemolência e a ginga cariocas podem ser vistas como um reflexo da habilidade dos Sá de transitarem entre a erudição da corte portuguesa e as vicissitudes da vida na colônia, a ousadia e determinação dos paulistas seriam fruto do caráter desbravador de seus fundadores. Neste começo da História, o Brasil de verdade era de Porto Seguro para cima. Aqui era o resto, um eixo que só mudou com a descoberta do ouro em Minas Gerais. É um acidente Rio e São Paulo terem assumido a posição hegemônica que têm hoje no Brasil moderno? Creio que não. São as duas cidades que o padre Manuel da Nóbrega, que sabia tudo de política, escolheu fundar. No Brasil que ele imaginou, elas já tinham papel fundamental.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/um-rio-de-fatos-alem-dos-mitos-6234206#ixzz27xm4CsVG 
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CONCURSO IBAMA

Analista administrativo tem concurso autorizado. R$5.441


O Ministério do Planejamento autorizou nesta quarta, dia 26, a abertura de novo concurso para o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Desta vez, foram liberadas 61 vagas de analista administrativo, cargo que exige o nível superior. Segundo a tabela de remuneração dos servidores públicos federais, os ganhos iniciais da carreira são de R$5.441,24, já incluindo R$304 de auxílio-alimentação.

A Portaria nº459, que autorizou o concurso, especifica que o edital poderá ser divulgado em até seis meses, ou seja, até 26 de março do ano que vem. No entanto, frente às necessidade de pessoal do Ibama, é muito provável que o documento seja liberado bem antes deste prazo. Este ano, o Ministério do Planejamento já havia autorizado a abertura de 408 vagas para o Ibama, sendo 300 para técnico administrativo (nível médio) e 108 para analista ambiental (formação superior).

PORTARIA Nº- 459, DE 25 DE SETEMBRO DE 2012

A MINISTRA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições e tendo em vista a delegação de competência prevista no art. 10 do Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009, resolve:

Art. 1º Autorizar a realização de concurso público para sessenta e um cargos de Analista Administrativo, da carreira de Especialista em Meio Ambiente, do quadro de pessoal efetivo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. Parágrafo único. O provimento dos cargos a que se refere o caput dependerá de prévia autorização da Ministra de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Art. 2º A realização do concurso público e o consequente provimento dos cargos estão condicionados: I - à existência de vagas suficientes na data de publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público; e II - à declaração do respectivo ordenador de despesa, quando do provimento dos referidos cargos, sobre a adequação orçamentária e financeira da nova despesa à Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, demonstrando a origem dos recursos a serem utilizados.

Art. 3º A responsabilidade pela realização do concurso público será do Presidente do IBAMA, a quem caberá baixar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outro ato administrativo, de acordo com as disposições do Decreto nº 6.944, de 2009.

Art. 4º O prazo para publicação do edital de abertura do concurso público será de até seis meses, contado a partir da data da publicação desta Portaria.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ANULADA QUESTÃO BOMBEIRO MOTORISTA-RJ







ESTOU MUITO FELIZ COM AS MANIFESTAÇÕES DE CARINHO QUE VENHO RECEBENDO DOS MEUS ALUNOS SOBRE A ANULAÇÃO DA QUESTÃO DE FUNÇÕES DA LINGUAGEM.

TUDO COMEÇOU LOGO APÓS A SAÍDA DOS ALUNOS QUE ESTUDARAM COMIGO EM CURSOS PRESENCIAIS E TAMBÉM DE CANDIDATOS QUE NÃO FORAM MEUS ALUNOS. ALI NA PORTA DE SAÍDA DOS ALUNOS JÁ TINHA FEITO EM MENOS DE 10 MINUTOS O GABARITO (EXTRA OFICIAL RSRSRS) DA PROVA E DISSE QUE A DETERMINADA QUESTÃO DEVERIA SER ANULADA EM FACE DE UMA INTERPRERTAÇÃO DÚBIA QUE SE PUDIA FAZER DO DETERMINADO TEXTO. O QUE NA MINHA OPINIÃO, PELO TEXTO, QUE A FUNCEFET UTIÇIZOU PODIA SER GABARITO TANTO CONATIVA, QUANTO REFERENCIAL.

PRONTAMENTE FIZ O RECURSO E, NOS DIAS POSTERIORES MEUS TELEFONES NÃO PARARAM, NEM MINHA CAIXA DE ENTRADA NO E-MAIL E TAMBÉM BLOG.

BEM, COM MUITO CARINHO FIZ O RECURSO E OS ALUNOS SE UTILIZARAM DELE E ENTRARAM COM SUAS RESPECTIVAS RECLAMAÇÕES.

GRAÇAS A DEUS E TAMBÉM A VOCÊS, A ANULAÇÃO VEIO, JUSTIÇA FOI FEITA, UM GRANDE ABRAÇO A TODOS...

PROFESSOR DE CONCURSO TEM QUE VIBRAR, MOSTRAR, MOTIVAR, VIVER JUNTO, POIS SOMOS UM CANAL PARA A ASCENÇÃO SOCIAL DE MUITOS,

DEUS ABENÇÕE A TODOS,

PROF. TIAGO LYRA