Professor Tiago Lyra:
Licenciado em Português/Inglês pela Universidade Metropolitana de Santos/SP, professor há mais de 8 anos em cursos presenciais para concursos no Estado do Rio de Janeiro, Ex. AL Oficial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente é servidor Público do RIOPREVIDÊNCIA (Fundo Único de Previdência Social do estado do Rio de Janeiro).
Conhecido pelos seus alunos em todo o Brasil por meio do BIZU DO LYRA que indica sempre uma dica importante para as provas de Língua Portuguesa das principais Bancas do país.Bacharelando em Direito na UCAM


CONCURSO NÃO SE FAZ PARA PASSAR, MAS ATÉ PASSAR!!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

JÁ LI MUITA COISA SOBRE CONCURSOS, MAS ISTO É SENSACIONAL. É SINTÉTICO, PORÉM RICO EM DETALHES, MUITA ESTRATÉGIA!! LEIAM!!




Os Dez Mandamentos do Concurseiro - leia sempre

Primeiro: seja teimoso
É isso mesmo, seja teimoso, de preferência, muito, muito teimoso! Vista sempre como um defeito, a teimosia aqui é uma grande virtude. Vale mais do que nunca a velha máxima: “Em concurso público não se estuda para passar, mas até passar”.
Se esse é o seu primeiro concurso público, dê o máximo para passar na primeira, e não ter que ver toda a matéria de novo. Mas se já deu com a cara na porta, não se preocupe, não será o primeiro, quiçá o último. Continue tentando que um dia a hora chega. Mas se você já está na terceira, quarta, quinta tentativa, abra o olho, continue sendo teimoso, mas avalie se seu método de estudo está correto e dê especial atenção ao próximo mandamento.

Segundo: estude certo
Esse mandamento já foi tratado em artigo anterior intitulado “Reflexões“. Dizia, em linhas gerais, que o que mais importa é estudar certo, ao invés de estudar muito. Claro, não se está aqui dizendo que não seja importante estudar muito, mas isso não é uma garantia de aprovação. Porém, se você estudar certo, as chances aumentam muito, muito mesmo.

Estudar certo é fazê-lo com início, meio e fim. É conhecer a banca através da resolução de todas as provas anteriores. É manter a matéria toda o tempo todo fresquinha na cabeça e revisá-la a fim de chegar no dia da prova tinindo. Estudar certo passa necessariamente por prévio planejamento: estou neste ponto e preciso chegar àquele lá na frente. Então devo planejar meu estudo para atingir meu objetivo.
Planejamento é tudo. Bem me lembro de uma frase que o Comandante Rolin da TAM dizia: “não acredito em ninguém que não tenha uma agenda”. Também não se chega muito longe em concursos sem planejamento.

Terceiro: não arrume desculpas

Passar em concurso público é tarefa meio espinhosa, é verdade! Você terá que se esforçar para estar na grande lista dos aprovados. E isso exigirá bastante luta. Então não arrume desculpas do tipo “não tenho tempo”, ou “não gosto de Direito, Contabilidade etc”.
Aprenda a gostar. Isso mesmo, aprenda a gostar. Bem me lembro da época de infância (anos que não voltam mais!) quando detestava jiló, quiabo, angu e coisas assim, como (quase) toda criança. Mas minha mãe dizia: “Você não quer ser jogador de futebol? Então tem que comer essas coisas para crescer e ficar forte”. Sábias palavras! Não me tornei jogador de futebol, mas, pelo menos, cresci e aprendi que é importante aprender a gostar de certas coisas, mesmo que elas conflitem com nosso gosto pessoal, nossa preferência e, até mesmo, com nossa personalidade.
Ora, se você precisa de Direito, Contabilidade, Português etc, para passar em concurso, não tem jeito, aprenda a gostar dessas matérias, e esqueça daquelas desculpas esfarrapadas.
E aquela história de “não tenho tempo”. Bem, ou você arruma ou é melhor se dedicar a outra coisa. Não é preciso estudar dez horas por dia. Se só tem disponibilidade para uma, duas horas, é o bastante, desde que seja feito com maior espaço de tempo, mas não é isso que o impedirá de ser aprovado.
Definitivamente, esqueça as desculpas e bola pra frente.
Quarto: você pode passar sendo normalMuita gente acha que aquele que passa em concurso público é gênio ou foi o primeiro da classe a vida inteira ou, no mínimo, é muito inteligente.
Bobagem, a aprovação vem com a persistência, a dedicação, a força de vontade, a teimosia, e não pelo fato de ser CDF. Claro, se o sujeito for dedicado e inteligente, melhor. Mas isso não impede que o que tinha ou tem menor facilidade no aprendizado garanta sua aprovação.
Lembre-se que a aprovação exige 10% de inspiração e 90% de transpiração.
Quinto: quanto pior melhorSua chance de ser aprovado é diretamente proporcional à sua necessidade. Quanto pior estiver melhor será para ser aprovado, já que lutará com ainda mais afinco, pois, em geral, deposita-se na aprovação do concurso a esperança de dias melhores, não é mesmo?
Quanto mais fundo no poço estiver, mais rápido sairá de lá. A saída, por mais profundo que seja o poço, é sempre por cima.
Você saíra dessa também.
Sexto: faça muitas coisas pequenasSim, não se preocupe em fazer pequenas coisas grandes, mas muitas coisas pequenas.
Você terá que estudar muitas matérias, é fato. Não se iluda que sendo fera em meia dúzia delas, e até mesmo nas de maior peso, isso será suficiente para passar.
Não, definitivamente, não!
Preocupe-se em fazer muitas pequenas coisas. A princípio, saiba um pouquinho de tudo. Seja um generalista. Garanta, hoje, a aprovação em todas as matérias.
À medida que o tempo passar, igualmente, vá agregando conhecimento em cada matéria, de pouco em pouco. São coisinhas pequenas que não doem, mas que funcionam.
Imagine que cada matéria seja uma caixa, de início vazia, mas que você tem de encher de conhecimento através de seu estudo. No dia da prova, todas devem estar preenchidas com pelo menos o mínimo para não ser reprovado. Assim, a primeira preocupação é com uma coisa pequena, o mínimo necessário para não estar fora. Dia após dia, você vai enchendo a caixa com mais conhecimento e mais conhecimento, até que a caixa esteja cheia.
Vale o velho ditado: “de grão em grão a galinha enche o papo”.
Sétimo: não complique o que é simplesSabemos que a tarefa de passar em concurso público não é exatamente um passeio no parque, algo feito com enorme prazer e sem qualquer estresse, não é mesmo?
Parece como montar um grande quebra-cabeça. No início, você fica até desanimado com a empreitada, vê todas aquelas peças embaralhadas e sem qualquer conexão. Aí, prende a respiração e começa a execução. Mas, por mais empolgado que você esteja – e por mais habilidoso que seja – encontrará dificuldades, muitos percalços, naturalmente. A montagem do quebra-cabeça é tarefa de alguma complexidade, mas não só para você, todos a terão.
Então, se a tarefa já é complexa por natureza você não deve piorá-la, torná-la ainda mais árdua. Tente simplificá-la, na medida do possível. E aí me vem à cabeça minha Teoria da Cebola.
- Teoria da Cebola? Que diabos é isso? – perguntariam vocês.
Explico.
A cebola é uma... Bem, deixo essa tarefa para o Aurélio: “Erva bulbosa alimentar, da família das liliáceas (Allium cepa), de bulbo grande, solitário, subgloboso, formado de túnicas carnosas, exceto as exteriores, que são membranosas, coloridas ou não, e que tem odor forte e picante, sabor acre e adocicado, sendo usada como condimento.”
De tudo isso dito aí em cima só me interessa uma coisa para explicar minha “Teoria”: a cebola é formada de várias camadas concêntricas, o que o Aurélio chama “túnicas carnosas”.
Pois bem, imagine um observador olhando para uma cebola pela sua camada mais externa. Ele a vê de forma muito superficial, não conhece maiores detalhes sobre ela. Analogicamente, imagine que essa cebola seja uma matéria do concurso. Olhando de forma tal superficial, provavelmente, não será suficiente para a aprovação. Aí, então, você desnuda a 2ª camada. Passa a conhecer a cebola mais detalhadamente. Mas será suficiente? Possivelmente, não. Então você passa a 3ª, 4ª, 5ª camada... E vem a pergunta: tenho que chegar até aquela última camada para passar? Por outras palavras: tenho que ser um especialista em cada cebola, digo, em cada matéria?
A resposta é um sonoro NÃOOOOO.
Você não precisa disso para passar. A grande questão é descobrir, em cada matéria, quão profundo devemos ir. Com até que profundidade, por matéria, devemos nos preocupar é ponto crucial para estudarmos na justa medida de nossas necessidades, sem desperdício de tempo e neurônios.
Por isso, não complique o que já o é por natureza.
Oitavo: torne-se um chatoÉ preciso respirar concurso público, o tempo todo. Não que você só vá estudar, estudar e estudar. Mas deve estar ligado, antenado ao que rola ao seu redor.
Você não está perdendo tempo, mas fazendo um investimento para a vida inteira.
Nono: aprenda a escutarVocê tem uma boca e dois ouvidos - não deve ser por acaso. Logo, não contrarie a sabedoria da natureza. Fale menos, escute mais. Que tal começar por dar ouvidos àqueles que já passaram pelo que está passando agora?
Ou visto por outro ângulo: não dê bola para o que não importa. Você tem dois ouvidos para entrar por um e sair por outro.
Décimo: sonheJá se disse: “O que é um homem sem sonhos?”.
Respondo: nada.
Deseje, imagine, cogite, viaje, aspire, planeje, pretenda, projete-se, empenhe-se, queira, queira muito mesmo a aprovação.
Não deixe essa força que lhe impulsiona para frente perder sua força.
Sonhe, pois é possível passar.
Seja otimista, você chega lá.



Kerlly Huback Bragança

Auditor Fiscal da Previdencia Social. Professor de Direito Previdenciário na Academia do Concurso Público, Uniequipe (SP), Gabarito e Curso Prof. José Carlos. leia mais 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Português - TSE
 
Tendo em vista que cada banca organizadora tem o seu jeito peculiar de elaborar as provas de Língua Portuguesa, este curso é fundamental para você que pretende realizar o concurso para o TSE, seja no cargo de Técnico, seja no cargo de Analista. O curso é composto de teoria e exercícios. Confira na aula demonstrativa a descontração do Prof. Tiago Lyra ao abordar o assunto.
Atenciosamente
Equipe do Canal dos Concursos

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

nscrições abertas para até R$7.181

Quem mora no Rio de Janeiro ou pretende fixar residência no estado já pode fazer a inscrição para o concurso do quadro técnico-administrativo do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que também abrange o Espírito Santo. O atendimento será feito até as 14h de 7 de fevereiro, exclusivamente no site da Fundação Carlos Chagas (FCC), organizadora.

Entre os atrativos do tribunal estão as remunerações iniciais, de R$4.623,09 e R$7.181,52, e a estabilidade, garantida pelo regime estatutário. A carga de trabalho é de 40 horas semanais. São oferecidos os cargos de técnico e analista judiciários, que exigem, respectivamente, níveis médio (formação geral e técnico) e superior, em vários ramos. Enquanto a primeira função é dividida em duas áreas (administrativa e de apoio especializado), com três especialidades em cada, a segunda é partilhada por três áreas (administrativa, apoio especializado e judiciária), com 22 especialidades, no total.

No caso de técnico judiciário, existem duas carreiras para candidatos com nível médio completo (área administrativa sem especialidade e em telecomunicações e eletricidade), duas exclusivamente para o médio com curso técnico (apoio especializado em Contabilidade e em Enfermagem) e duas com outras exigências (administrativa em segurança e transporte e apoio especializado em informática).

As carreiras de analista judiciário mais atrativas são as da área administrativa sem especialidade e apoio especializado em taquigrafia, pois não restringem o curso. As outras 20 funções são para graduações específicas, como Direito, Ciências Contábeis, Enfermagem, Engenharia (quatro áreas), Medicina e Psicologia. Embora não haja oferta de vagas imediatas, mas apenas cadastro de reserva, que poderá ser utilizado durante o prazo de validade de dois anos, podendo dobrar, a expectativa é que ocorram muitas convocações, pois essa é a tradição do TRF. Além disso, há a Lei nº 12.011/2009.

As remunerações são de R$4.623,09 (técnico) e R$7.181,52 (analista), sendo R$3.993,09 e R$6.551,52 de vencimentos e R$630 de auxílio-alimentação. O tribunal concede auxílio-transporte, reembolso parcial e proporcional para creche, participação na assistência médico-hospitalar (inclui dependentes) e possível adicional de qualificação. Ao acessar o site da FCC, é preciso imprimir o boleto referente à taxa, de R$62,60 (técnico) e R$72,60 (analista), logo após preencher a ficha de inscrição. O documento poderá ser quitado em qualquer banco, até 7 de fevereiro. É possível inscrever-se em dois cargos, se as provas forem feitas na mesma cidade e em turnos diferentes.

SERVIÇO
Inscrição: www.concursosfcc.com.br


Novas varas ampliam chances de convocação
O candidato que obtiver aprovação no concurso para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-RJ/ES), com uma boa colocação, terá muita chance de ser convocado, apesar da seleção ser destinada à formação de cadastro de reserva. Além da tradição, o horizonte otimista se deve à Lei nº 12.011/2009, que cria 230 varas na Justiça Federal, em todo país, 25 delas na 2ª Região.

Essas unidades começaram a ser implementadas em 2010 (o prazo termina em 2014) e, para cumprir o cronograma, o TRF inaugurará no próximo dia 18 mais duas, ambas na cidade do Rio: 9ª Vara Federal de Execução Fiscal e 10ª Vara Federal Criminal. A meta é julgar processos que envolvam União, autarquias, fundações e empresas públicas. Pela Lei nº 12.011/2009, cada vara terá um juiz substituto, nove analistas e 11 técnicos, além de magistrados titulares e pessoal comissionado.


Primeira etapa em 11 municípios do RJ
O edital de convocação para a primeira etapa do concurso para técnico e analista judiciários do TRF da 2ª Região deverá ser divulgado no dia 16 de março, indicando data (provavelmente 25 do mesmo mês), horário e local. Além disso, os concorrentes receberão, via Correios ou por e-mail, conforme opção no ato de inscrição, o cartão com os dados.

A primeira etapa da seleção constará de prova objetiva, para todos; redação, para analista judiciário das áreas administrativa e judiciária; e estudo de caso, somente para técnico judiciário da área de apoio especializado na especialidade de informática. Os exames serão aplicados em dez municípios fluminenses e três capixabas (confira tabela abaixo), nos turnos da manhã (técnicos e analista da área judiciária em execução de mandados) e tarde (demais áreas e especialidades de analista). Conforme o cargo escolhido, os candidatos disporão de três a quatro horas e meia para realizar as provas.

As avaliações objetivas terão 60 ou 70 questões, sobre Conhecimentos Gerais (Português, Matemática e Raciocínio Lógico, Noções de Direito Administrativo e Noções de Direito Constitucional, dependendo da especialidade), Conhecimentos Específicos e Português (à parte, somente para analista das áreas administrativa e judiciária). Será aprovado no exame objetivo quem obtiver, na soma de Conhecimentos Gerais (ou Português) e Conhecimentos Específicos, 150 (técnico) e 200 pontos (analista). A redação e o estudo de caso são eliminatórios, sendo preciso alcançar índices fixados em edital.

Nos dias 26 e/ou 27 de maio e 2 e/ou 3 de junho deverá ser aplicada a segunda e última etapa da seleção, de exames práticos, para os candidatos a analista de apoio especializado em taquigrafia e técnico da área administrativa (sem especialidade, em segurança e transporte e em telecomunicações e eletricidade). Essas provas não serão feitas em cidades do interior, mas apenas no Rio e em Vitória.

domingo, 8 de janeiro de 2012

ISSO É UM ABSURDO!! WWW.OGLOBO.COM.BR

RIO - A distância percorrida por vans e micro-ônibus do transporte escolar de Nova Friburgo, no ano passado, quando a cidade contabilizava seus mortos e seus prejuízos em consequência das chuvas, é uma conta difícil de fechar. Na quilometragem apresentada pela prefeitura, para justificar o pagamento da empresa contratada para o serviço, os veículos rodaram tanto que poderiam dar 20 voltas completas em torno da Terra. Essa matemática simples mostra como funcionários públicos e empresários se aproveitaram da tragédia e do caos administrativo para fraudar contratos, saquear o dinheiro público e enriquecer à custa do sofrimento de milhares de famílias da Região Serrana. 
Friburgo terá que devolver à União R$ 4,3 milhões
Devido a fraudes e ilegalidades em dezenas de contratos, dois prefeitos foram afastados e dois secretários e dois empresários já tiveram o sequestro de seus bens decretado pela Justiça. Em outra frente de investigação, a Controladoria-Geral da União (CGU) determinou a dois municípios, na semana passada, a devolução de cerca de R$ 10 milhões aos cofres federais. O dinheiro foi enviado à Serra nos primeiros dias após as chuvas de 2011.
De Friburgo, até agora, o governo está pedindo a devolução de R$ 4,3 milhões, enquanto Teresópolis terá de devolver outros R$ 6 milhões dos R$ 7 milhões que recebeu para obras de reconstrução. Segundo documento da CGU, não há dúvida de que os recursos foram desviados. Ainda estão passando por análise as contas da Secretaria estadual de Obras (que recebeu recursos superiores a R$ 70 milhões) e de mais cinco municípios atingidos pelas chuvas.
Em Friburgo, onde o prefeito Dermeval Barboza foi afastado por decisão judicial, em novembro passado, juntamente com seu secretário de Governo, José Ricardo Carvalho de Lima, a fiscalização federal descobriu que a prefeitura pagou até por serviços de limpeza em escolas que já não existiam na data em que os supostos trabalhos foram executados. Isso porque elas foram destruídas pela chuva.
Também foram parar no ralo da corrupção recursos para descupinizar os colégios. Um empresário, dono de uma firma que recebeu pelo serviço em 133 escolas de Friburgo, confessou ao Ministério Público federal que efetivamente só atendeu a três.
A CGU pediu também o ressarcimento dos valores pagos indevidamente, em contratos sem licitação, a três empreiteiras de grande porte que atuaram em Friburgo. O total de recursos a ser devolvido ainda será calculado. O documento da CGU será enviado ao MP federal para apurar possíveis responsabilidades administrativas e criminais. Como envolve suspeitas contra prefeitos, que têm foro privilegiado, o caso deve ser analisado este ano pela segunda instância da Justiça Federal do Rio.
— Hoje podemos dizer que funcionários públicos e empresários se aproveitaram da tragédia para desviar dinheiro público — afirmou o procurador Marcelo Borges de Mattos Medina, do MP federal de Friburgo.
Empresários receberam por serviços não prestados
O procurador está analisando a prestação de contas dos municípios e do estado desde o início do repasse dos recursos federais. Em Friburgo, ele instalou nove inquéritos civis públicos e coleciona toneladas de documentos em seu gabinete. Um caso já virou processo e culminou com o afastamento do prefeito de Friburgo.
— Constatamos até agora que empresários receberam por serviços não prestados e que houve superfaturamento de preços, além de contratos fraudulentos, com uso de documentos falsos — afirmou Medina, estimando o rombo em pelo menos R$ 1,9 milhão nesses casos.
Em Teresópolis, onde o prefeito Jorge Mário (ex-PT e hoje sem partido) foi cassado, a GCU também encontrou uma série de irregularidades. Foi na cidade, como revelou O GLOBO em julho do ano passado, que um empresário procurou o Ministério Público federal, recorrendo à delação premiada (quando um criminoso faz acordo com a Justiça, ajudando nas investigações). Ele afirmou que, na semana do temporal, empresários e secretários municipais se reuniram para dividir os contratos sem licitação e os recursos federais, aumentando o percentual da propina de 10% para 50%.
Veículos percorreram 2 milhões de quilômetros
Por enquanto, a fiscalização em Teresópolis identificou indícios de falsificação de contratos e orçamentos forjados. Os técnicos da CGU observaram ainda direcionamento na contratação de construtoras e fraude na atuação dessas firmas, incluindo o possível uso de "laranjas".
As dúvidas sobre os comprovantes de pagamentos apresentados pela prefeitura de Friburgo, justificando como foi possível vans e micro-ônibus percorrerem quase dois milhões de quilômetros em 25 trajetos, apareceram no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara Municipal de Friburgo. Concluída em dezembro, ela reuniu milhares de documentos e depoimentos. Para chegar ao número total de quilômetros, os vereadores analisaram as planilhas apresentadas pela prefeitura. A soma de quilômetros percorridos diariamente atingiu 8.550.
— Na CPI, observamos muitas ilegalidades e constatamos prática de improbidade administrativa, possíveis crimes previstos no Código Penal e danos ao erário. Sugerimos a abertura de uma comissão processante contra o prefeito — afirmou o vereador Pierre Moraes (PDT), relator da CPI.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/serra/a-chuva-passa-mas-lama-fica-3594631#ixzz1ismbkd1B
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

TJ-RJ SAIU EDITAL

CONTEÚDO DE PORTUGUÊS:


Português  - Compreensão e interpretação de textos; Tipologia textual; Ortografia oficial; Acentuação gráfica; Homônimos e
parônimos; Classes de palavras: classificação, emprego e flexão; Vozes do verbo; Pronomes: emprego, colocação e formas de
tratamento; Emprego do sinal indicativo de crase; Sintaxe da oração e do período; Pontuação; Concordância nominal e verbal;
Regência nominal e verbal; Significação das palavras; Confronto e reconhecimento de frases corretas e incorretas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

ESTA FOTO É PARA ANIMAR VOCÊS!! FELIZ 2012

turma INSS/ESTUDEM!!

MODO INDICATIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO COMPOSTO. Formado do PRESENTE DO INDICATIVO do verbo ter com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenho cantado
tens cantado
tem cantado
temos cantado
tendes cantado
têm cantado 
tenho vendido
tens vendido
tem vendido
temos vendido
tendes vendido
têm vendido
tenho partido
tens partido
tem partido
temos partido
tendes partido
têm partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO COMPOSTO. Formado do IMPERFEITO DO INDICATIVO do verbo ter. (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tinha cantado
tinhas cantado
tinha cantado
tínhamos cantado
tínheis cantado
tinham cantado
tinha vendido
tinhas vendido
tinha vendido
tínhamos vendido
tínheis vendido
tinham vendido
tinha partido
tinhas .partido
tinha partido
tínhamos partido
tínheis partido
tinham partido
3) FUTURO DO PRESENTE COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRESENTE SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
terei cantado
terás cantado
terá cantado
teremos cantado
tereis cantado
terão cantado
terei vendido
terás vendido
terá vendido
teremos vendido
tereis vendido
terão vendido
terei partido
terás, partido
terá partido
teremos partido
tereis , partido
terão partido
4) FUTURO DO PRETÉRITO COMPOSTO. Formado do FUTURO DO PRETÉRITO SIMPLES do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
teria cantado
terias cantado
teria cantado
teríamos cantado
teríeis cantado
teriam cantado
teria vendido
terias vendido
teria vendido
teríamos vendido
teríeis vendido
teriam vendido
teria partido
terias partido
teria partido
teríamos partido
teríeis partido
teriam partido
MODO SUBJUNTIVO
1) PRETÉRITO PERFEITO. Formado do PRESENTE DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tenha cantado
tenhas cantado
tenha cantado
tenhamos cantado
tenhais cantado
tenham cantado
tenha vendido
tenhas vendido
tenha vendido
tenhamos vendido
tenhais vendido
vendido
tenha
tenhas partido
tenha partido
tenhamos partido
tenhais partido
tenham partido
2) PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO. Formado do IMPERFEITO DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tivesse cantado
tivesses cantado
tivesse cantado
tivéssemos cantado
tivésseis cantado
tivessem cantado
tivesse vendido
tivesses vendido
tivesse vendido
tivéssemos vendido
tivésseis vendido
tivessem vendido
tivesse partido
tivesses partido
tivesse partido
tivéssemos partido
tivésseis partido
tivessem partido
3) FUTURO COMPOSTO. Formado do FUTURO SIMPLES DO SUBJUNTIVO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tiver cantado
tiveres cantado
tiver cantado
tivermos cantado
tiverdes cantado
tiverem cantado
tiver vendido
tiveres vendido
tiver vendido
tivermos vendido
tiverdes vendido
tiverem vendido
tiver partido
tiveres partido
tiver partido
tivermos partido
tiverdes partido
tiverem partido
FORMAS NOMINAIS
1) INFINITIVO IMPESSOAL COMPOSTO (PRETÉRITO IMPESSOAL). Formado do INFINITIVO IMPESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado ter vendidoter partido
2) INFINITIVO PESSOAL COMPOSTO (OU PRETÉRITO PESSOAL). Formado do INFINITIVO PESSOAL do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
ter cantado
teres cantado
ter cantado
termos cantado
terdes cantado
terem cantado
ter vendido
teres vendido
ter vendido
termos vendido
terdes vendido
terem vendido
ter partido
teres partido
ter partido
termos partido
terdes partido
terem partido
3) GERÚNDIO COMPOSTO (PRETÉRITO). Formado do GERÚNDIO do verbo ter (ou haver) com o PARTICÍPIO do verbo principal:
tendo cantadotendo vendidotendo partido
Fonte: Nova Gramática do Português Contemporâneo, Celso Cunha e Lindley Cintra, Editora Nova Fronteira, 2ª edição, 29ª impressão.